quinta-feira, 26 de julho de 2007

Explosivo e incessante,
Assim começa a se manifestar,
Essa fúria sem igual que surge lá dentro.
Sem controle não adianta tentar frear,
Em seguida tudo irá possuir.
Uma vez tomada, esta alma não se cura mais com remédio.
A primeira vista, a felicidade se expõe,
Sem explicação e em qualquer situação.
A inquietação também faz parte,
Vontades e sensações nunca antes presenciadas.
A confusão também surge.
O que está havendo comigo?
A sociedade banalizou esse sentimento,
Assim fica difícil de reconhecer.
Todo mundo fala sem saber,
Só porque parece bonito,
Todos querem impressionar.
Aparecem nos filmes, nas novelas.
As palavras nada descrevem,
Só querem se aproximar,
Desse sentimento que é para poucos,
E que nunca se acaba,
Apenas adormece,
E se chama amor.

2 comentários:

Pildz!! disse...

É como ET kra, muitos acreditam, mas poucos viram!
(comparação tosca)

Leila disse...

"Escrever é procurar entender, é procurar reproduzir o irreproduzível, é sentir até o último fim o sentimento que permaneceria apenas vago e sufocador. Escrever é também abençoar uma vida que não foi abençoada." (Clarice Lispector)

Ai Helio, adorei sua poesia !!!!!! Vc realmente ta escrevendo muiiito .... a gente ta vendo o tamanho de tudo akilo que vc guarda ai dentro desse coraçaozinho ... bonito, viu?? .... mas nao se eskeça ... cuide do seu jardim!!!! rs ... Bjus